
Uma mulher de 24 anos e um homem de 60 anos foram presos; polícia investiga suspeita de abuso sexual contra as vítimas.
Uma ação da Polícia Militar resultou na prisão de uma mulher de 24 anos na noite da última quarta-feira (18), após ela confessar ter trocado a própria filha, de apenas 3 anos de idade, por porções de crack. O caso, que chocou a região, ocorreu em Laranjal Paulista (SP) e mobilizou o Conselho Tutelar e as forças de segurança.
A ação policial teve início após o Conselho Tutelar receber denúncias de que uma mulher circulava com uma criança em uma área conhecida pelo intenso tráfico de entorpecentes. Durante o patrulhamento, as equipes localizaram a suspeita portando porções de cocaína destinadas à venda.
Ao ser abordada, a mulher admitiu aos policiais que havia entregue a filha de 3 anos em troca de três pinos de crack. Ela indicou o local onde a menina se encontrava: uma residência onde os policiais localizaram a criança junto a diversas porções de drogas e um homem de 60 anos.

Resgate e Investigação de Abuso
No momento do flagrante, o homem foi encontrado deitado ao lado da criança. Embora tenha negado qualquer tipo de abuso à polícia, exames iniciais realizados no pronto-socorro de Laranjal Paulista indicaram suspeita de violênci@, incluindo possível @buso sexu@l.
Além da menina de 3 anos, os policiais descobriram que a mulher possuía outra filha, um bebê de apenas 5 meses, que foi localizada posteriormente. Devido à gravidade do quadro clínico e das suspeitas, ambas as crianças foram transferidas para o Hospital das Clínicas em Botucatu (SP), onde seguem sob cuidados médicos e acompanhamento do Conselho Tutelar.


Procedimentos Legais
A mãe (24 anos) foi presa em flagrante por tráfico de drogas, com o agravante de abandono de incapaz. O homem (60 anos) foi preso por tráfico de drogas.
o pai das crianças foi localizado na residência da família, ele foi conduzido à delegacia para prestar depoimento e liberado em seguida.
As investigações prosseguem para apurar todas as circunstâncias do crime e confirmar as suspeitas de violênci@ sexu@l.
Informações: IPinformativo oficial











