
Uma operação de resgate emocionante mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar após uma égua cair em uma fossa desativada. O incidente, que por pouco não terminou em tragédia, serviu como um alerta urgente das autoridades sobre os perigos ocultos em estruturas rurais e imóveis antigos.
Ao chegarem no local após o chamado via 193, os militares encontraram o animal em uma situação crítica. A fossa continha um grande acúmulo de água e, devido às baixas temperaturas e ao tempo chuvoso, a égua já apresentava sinais severos de debilidade e hipotermia.
A operação exigiu estratégia e força:
- Parceria Técnica: A empresa THV prestou apoio crucial, cedendo uma minicarregadeira para escavar a lateral da fossa, criando uma rampa de acesso.
- Técnicas de Içamento: Com o uso de amarrações seguras e técnicas de salvamento terrestre, a guarnição conseguiu içar o animal para a superfície sem causar novos ferimentos.
Pós-Resgate e Cuidados
Assim que foi retirada, a égua recebeu atendimento imediato da ONG Patas de Anjo. Sob a coordenação da Sra. Adriana, foram realizados procedimentos de emergência para aquecer e estabilizar o animal, que posteriormente foi encaminhado para uma área de pasto segura para recuperação total.


Alerta: O Perigo das “Armadilhas Invisíveis”
O Corpo de Bombeiros aproveitou o desfecho positivo para emitir um comunicado de segurança. Fossas antigas e mal tampadas são consideradas “armadilhas invisíveis”, especialmente em áreas rurais.
Orientações Importantes:
Inspeção: Verifique se há tampas quebradas ou fragilizadas pela vegetação.
Sinalização: Mantenha áreas de risco isoladas com cercas ou sinalização visível.
Desativação: Estruturas que não são mais utilizadas devem ser aterradas ou lacradas seguindo as normas técnicas.
Em qualquer sinal de perigo com pessoas ou animais, a orientação é manter a calma e acionar imediatamente o telefone de emergência 193.
Informações e Fotos: Corpo de Bombeiros de Minas Gerais













