
O que deveria ser apenas mais uma rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior transformou-se em um debate acalorado sobre a qualidade da arbitragem na maior competição de base do país. O pivô da polêmica é o árbitro mocoquense R.C.P., cuja atuação no empate em 1 a 1 entre Santa Cruz e Tuna Luso, nesta terça-feira (6), foi classificada por especialistas como “grotesca”.


O Lance da Discórdia
A partida seguia equilibrada no segundo tempo quando o atacante Paulo Vitor, do Santa Cruz, arrancou em direção ao gol. O zagueiro paraense Davi Wander, na tentativa de fazer a cobertura, tropeçou nos próprios pés e caiu sozinho. Paulo Vitor seguiu na jogada, recuperou a bola e balançou as redes, garantindo o que seria a vitória do time pernambucano.
No entanto, para espanto de quem acompanhava o jogo no Estádio Municipal de Brodowski e pela TV, o árbitro mocoquense assinalou falta do atacante. As imagens da transmissão oficial — repetidas exaustivamente em programas esportivos — confirmam que não houve qualquer contato físico, provando que o defensor caiu por desequilíbrio próprio.


Repercussão e Críticas
A anulação do gol legítimo provocou uma revolta imediata. Jogadores e comissão técnica do Santa Cruz cercaram o árbitro em protesto, mas a decisão foi mantida. O erro não passou despercebido pela mídia nacional:
Na TV: Comentaristas de grandes redes esportivas criticaram duramente a falta de critério, apontando o lance como um dos maiores erros da edição de 2026.
Bastidores: A falha reacendeu a discussão sobre a necessidade de suporte tecnológico (VAR) desde as fases iniciais e a preparação dos árbitros regionais escalados pela Federação.


Prejuízo na Tabela
Com o resultado final de 1 a 1, o Santa Cruz foi diretamente prejudicado na classificação do grupo. O time pernambucano agora precisa correr atrás do prejuízo nas próximas rodadas, enquanto a atuação do árbitro de Mococa segue sob análise e severas críticas.












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