
Investigação da Delegacia Municipal desarticula liderança de ponto de venda de drogas; rádio comunicador e entorpecentes foram apreendidos.
Em uma ação estratégica realizada nesta quinta-feira (22), a Polícia Civil de São José do Rio Pardo deflagrou a Operação Fartura II. A ofensiva resultou na prisão de um homem de 39 anos, identificado pelas iniciais T.H., apontado como o atual gerente de um conhecido ponto de tráfico na cidade.
De posse de um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça (Juiz das Garantias da 6ª RAJ de Ribeirão Preto), os agentes do Setor de Investigações Gerais (SIG) foram até um imóvel na Avenida dos Braghetas. O objetivo era localizar um foragido da justiça, de iniciais P.S.B., e seu irmão, T.H., este último já monitorado por suspeita de gerenciar o tráfico de drogas na região conhecida como “Fartura”.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o portão aberto e realizaram a incursão. Embora o foragido não tenha sido localizado, T.H. foi detido no interior da residência.


Provas e Conexões
Durante a vistoria no quarto do suspeito, os investigadores apreenderam: Porções de maconha; Três aparelhos celulares; Um rádio comunicador (HT) – equipamento frequentemente utilizado por criminosos para monitorar a frequência da polícia e coordenar a venda de entorpecentes.
Segundo a Polícia Civil, a localização do imóvel é estratégica para o crime organizado, dada a proximidade com as áreas conhecidas como “Bronks” e os “predinhos do Profast”, locais historicamente visados pelo policiamento.


Histórico Criminal
T.H. já era alvo de investigações em andamento e seu nome havia sido citado em depoimentos anteriores como peça-chave na hierarquia do tráfico local. Diante das evidências colhidas na operação, a Autoridade Policial ratificou a prisão em flagrante pelo crime de tráfico de drogas (Artigo 33 da Lei 11.343/06).
Pedido de Prisão Preventiva: Devido à periculosidade e ao papel de liderança exercido pelo indiciado, a Polícia Civil representou junto ao Judiciário pela conversão da prisão em flagrante para prisão preventiva, visando manter o suspeito fora das ruas durante o processo.
O indiciado optou por permanecer em silêncio durante o interrogatório e foi encaminhado à cadeia pública, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Foto: Polícia Civil











