
Uma operação de interceptação realizada pelo 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) resultou, nesta sexta-feira (13), na prisão de Aline Fonseca de Castilho, de 40 anos. Ela era considerada foragida da Justiça sob a acusação de envolvimento em uma sessão de tortura que vitimou três crianças em Campinas, crime que gerou forte clamor público pela gravidade dos relatos de crueldade.
A prisão ocorreu na Rodovia Governador Adhemar Pereira de Barros (SP-340). Com base em informações de inteligência que indicavam que a suspeita estava deixando Campinas, as equipes do BAEP montaram um cerco e conseguiram localizar o veículo em que ela viajava.
A abordagem foi realizada de forma rápida e precisa na altura de Mogi Mirim. Aline estava acompanhada de seu advogado e não ofereceu resistência à prisão.

Argumentação da Defesa
Em depoimento à imprensa, a defesa da acusada afirmou ter assumido o caso há aproximadamente dez dias. Segundo o advogado, a suspeita não estava em fuga, mas sim a caminho de se apresentar voluntariamente às autoridades.
O defensor justificou a escolha de Mogi Mirim para a apresentação como uma estratégia para evitar a “forte pressão popular e a repercussão midiática” em Campinas, buscando garantir a integridade física da cliente.


Próximos Passos
Após a detenção, Aline foi encaminhada sob escolta policial para a Delegacia de Mogi Mirim para o cumprimento das formalidades do mandado de prisão. Existe a possibilidade de transferência da custodiada para uma unidade prisional em Mogi Guaçu, onde aguardará o desenrolar do processo judicial.
As investigações continuam com o objetivo de esclarecer todos os detalhes das agressões e a participação de cada envolvido no crime que chocou o interior paulista.
Fonte e Foto: Comunicação Social do 1º BAEP/Via Notícias Policiais











